anos se passaram até que se desse conta daquele imenso vazio. não importava quantos mastros ou velas içasse, estava sempre no meio de nada. mesmo com as cartas naúticas não havia chegado.
descobriu-se pirata saqueando sentimentos. percebeu que até o vento que soprava era cobrado. das certezas que havia construído, tão poucas continuavam de pé depois daquela tempestade.
fugiu num bote. o diabo vinha encontrá-lo à nado.

16/10/2008 at 22:53
Se não havia nada, fugiu pra onde?
Ou a pergunta certa seria “de onde”??
Bjs
17/10/2008 at 21:25
coragem
se vou fundo assim, nao volto nunca mais…
20/10/2008 at 19:46
É… de duas, uma: reme mais rápido que o diabo pra deixa-lo pra trás, ou espere ele cansar de nadar..
By the way: Fodida a ilustra.
21/10/2008 at 18:13
E esperá-lo e encará-lo? as vezes não é porque a figura pareça o diabo que ela é má. As vezes temos que tomar mais cuidado com aquelas figuras que se parecem com anjos… o diabo pode ter muitas formas…